Primeiramente, queria desejar a todos um 2013 cheio de alegrias! Eu sei que é um número ímpar e ainda por cima com um "13". Mas não posso acreditar que 13 é um número ruim, já que minha mãezinha faz aniversário neste dia, rs.
Enfim, desculpem-me o sumiço, eu estava viajando, no meio do mato, e não tive acesso a internet. Resolvi fazer uma retrospectiva do ano passado, mesmo com minha memória fraca. Vi o post no This adorable Thing e resolvi participar da brincadeira também!
Retrospectiva 2012:
1. O romance que me fez suspirar:
"Fazendo meu Filme 4", da Paula Pimenta. Eu estava louca, aguardando ansiosamente o final da história da Fani, que eu acompanhei com tanto carinho. E o quarto e último volume da série não decepcionou; eu amei cada frase, cada acontecimento...E suspirei bastante, é claro.
2. A saga que me conquistou:
"Feios", de Scott Westefeld.. Eu sempre tive muita vontade de ler este livro, e quando vi uma promoção por R$9,90 na Submarino, não resisti. Foi o melhor R$9,90 do ano! Devorei o livro, adorei a Tally e os amigos dela, sem dúvida foi uma aventura de tirar o fôlego que me conquistou imediatamente.
3. O livro que me fez refletir:
"A Esperança", terceiro livro da trilogia Jogos Vorazes, de Suzanne Collins. De fato, foi o livro da trilogia que eu menos gostei, porque teve uma ação "parada" demais. Entretanto, foi o que mais mostrou como o ser humano é cruel, e aonde nosso "planeta perfeito" pode chegar. Falta de amor, guerra, insegurança e covardia são o futuro que Suzanne enxerga para nós. E, convenhamos, não está muito longe disso né?
4. O livro que me fez rir:
Eita, foram tantos. Eu li muitos livros da Sophie Kinsella em 2012, então risadas é o que não faltou. Mas acho que de todos, o que me fez chorar de rir e passar vergonha em público mesmo, foi "A lista de casamento de Becky Bloom", terceiro volume da série, no qual Becky apronta horrores e quase me matou de tanto dar risada.
5. O livro que me fez chorar:
Sou chorona, mas até que não chorei muito com livros. O único que me emocionou profundamente, a ponto de me deixar sem palavras, foi "A culpa é das Estrelas". John Green escreveu um livro com o enredo lindo e sarcástico ao mesmo tempo, e um final de apertar o coração.
6. O melhor livro de fantasia:
"Cidade das Cinzas", da Cassandra Clare. Foi o única livro de fantasia que eu li em 2012, mas mesmo assim, eu gostei bastante do rumo que a história tomou. Preciso ler o resto dessa série, estou atrasadíssima.
7. O livro que me decepcionou:
"Sereia", da Tricia Reyburn. Que livro - com o perdão da palavra para quem curtiu a história - capenga. Até era para ser uma história legal, eu tinha muitas expectativas com essa capa divina. Mas a enrolação e a explicação forçada não me convenceram. Sem contar que o título conta o grande segredo da história.
8. O livro que me surpreendeu:
"Tocada pelas Sombras", terceiro volume de Academia de Vampiros, da Rechelle Mead. Eu havia lido o primeiro e segundo volume da série, e juro que não vi nada demais. A autora escrevia bem, mas nada para me deixar de queixo caído. Como eu havia comprado os três volumes, resolvi ler o terceiro. E, desta vez sim, eu amei. O suspense, a ação e o romance envolvidos na trama me prenderam do começo ao fim. Agora eu preciso do resto da série, quem se dispõe a me presentear?
9. A frase que não saiu da minha cabeça:
Francamente, nossos ancestrais não parecem merecer esse respaldo todo. Enfim, olha o estado em que nos deixaram, com as guerras e o planeta destroçado. Visivelmente não davam a mínima para o que poderia vir a acontecer com as pessoas que viveriam depois deles.
Página 96 de "A Esperança". Preciso dizer alguma coisa?
10. O casal perfeito:
Não sei se é o casal perfeito, mas eles se dão tão bem que os escolhi. Poppy & Sam, de "Fiquei com o seu número". É muito fofo o jeito que os dois vão se aproximando.
11. O (a) autor (a) revelação:
Não que ele seja novo no pedaço, mas eu nunca tinha lido nada do John Green, e simplesmente adorei a forma sarcástica, engraçada e triste como ele conduz a história.
12. O melhor livro nacional:
Acho que não tenho como escolher outro senão Fazendo meu Filme 4. A Paula conquistou milhares de jovens, crianças e adultos com a história da Fani, e isso é incrível.
13. O melhor livro que eu li em 2012:
Nossa, que difícil! Acho que deveria ter o melhor livro para cada gênero, seria mais fácil escolher hahaha Mas já que é pra escolher apenas um, eu fico com "Maze Runner: Prova de Fogo". O segundo volume da trilogia me deixou em êxtase, eu não tirava os olhos das páginas nem por um segundo - até assustei uma senhora que estava sentada ao meu lado no ônibus quando cheguei nas última páginas do livro hahahaha
14. Li em 2012:
45 livros, apenas. A meta era 50, mas eu dei uma boa relaxada nesses últimos meses do ano.
15. A minha meta literária para 2013 é:
40 livros. Sim, eu sei que é pouco, mas é ano de vestibular e eu vou ter que enfiar a cara em outros livros para estudar, rs. Boa sorte para mim.
E é isso gente. Eu sei que escrevi demais, desculpem hahaha Este foi o primeiro post de 2013, que venham muitos outros pela frente \o/
Nome ϟ●• A vez da minha Vida
Autora ϟ●• Cecelia Ahern
Páginas ϟ●• 383
Editora ϟ●• Novo Conceito
Nota ϟ●• 4/5 (♥)
Confesso que me decepcionei demais com este livro no início, e minha nota para ele não passava de 2 estrelinhas até as primeiras 150 páginas. Tudo porque imaginei que se tratava de uma coisa quando, na verdade, é algo completamente (com-ple-ta-men-te) diferente do que a sinopse sugere.
Lucy Caroline Silchester tem 29 (quase 30) anos nas costas, e nos últimas dois anos, onze meses e alguns dias, não faz outra coisa da vida a não ser reclamar e ser infeliz. Não suporta ficar mais que duas horas sentada a mesa de almoço com sua família; apelidou cada pessoa que trabalha com ela (com apelidos nada carinhosos, devo acrescentar); e mal leva seu pobre gatinho, o Sr. Pan para passear no parque, o que faz o pobrezinho viver trancado no minúsculo apartamento de Lucy (onde animais de estimação são proibidos, aliás).
E tudo isso por culpa de Blake, o cara quem ela namorou durante cinco anos e que há exatos dois anos, onze meses e alguns dias, simplesmente virou pra ela e disse que não dava mais, que ele estava a abandonando. Isso acabou levando Lucy a contar um monte de mentiras para sua família e amigos, perder o emprego e logo em seguida mentir (um pouquinho) em um currículo para que ela conseguisse outro trabalho.
Tudo está assim, péssimo, até que Lucy começa a receber cartas e mais cartas assinadas por sua Vida, querendo marcar um encontro. É claro que Lucy não tem saco para isso, mas acaba, por uma razão ou outra, indo se encontrar com sua Vida. E a partir daí tudo muda radicalmente nela.
Ok, vamos começar do início: eu só quis ler este livro porque amei de paixão P.S. Eu te amo, e logo pensei que Cecelia Ahern me faria delirar com o romance de A vez da minha Vida também. Mas, lendo esta sinopse, fala sério, o que você iria pensar? Que Vida é o amor de Lucy, que ele fará de tudo para ver a amada feliz, ou qualquer coisa parecida, não é? Mas, ai meu Deus, nem sei explicar isso. Para falar a verdade, ainda me parece algo doido demais isso que a Cecelia inventou. Não acho que seja spoiler, porque se eu soubesse disso, teria gostado do livro bem antes das 150 primeiras páginas. Mas se você não quiser saber quem realmente é Vida, sinta-se a vontade para pular o próximo parágrafo.
A Agência Vida é uma espécie de agência de psicólogos. Sim, são pessoas que passam boa parte de suas próprias vidas estudando a vida de outras pessoas para que assim possam ajudá-las a resolver seus problemas. A Vida de Lucy, que é um homem e gosta de ser chamado de "Cosmo Brown", passa a segui-la aonde que que ela vá, começa a morar com ela, e a contar verdades para quem quer que queira ouvir caso Lucy solte uma mentirinha aqui ou ali. Confuso né? Imagine como eu me senti, levando em conta que em momento algum Cecelia Ahern se deu ao trabalho de dedicar um parágrafo que fosse para explicar isso.
Portanto, de romance A vez da minha Vida não tem praticamente nada. É a história da vida de Lucy, na qual acompanhamos seus problemas, suas fases engraçadas, compactuamos com algumas mentiras, e abominamos outras. Sério, é uma excelente história, é um excelente livro. Para que eu tivesse gostado dele desde a primeira página, bastava saber que se trata de um drama, e NÃO de um romance no qual a personagem recebe cartas fofas do amor de sua vida.
Bem, passadas essas 150 páginas de puro choque e decepção, a história de Lucy me conquistou. Como em P.S. Eu te Amo, Cecelia escreve de uma forma envolvente, que nos faz desejar que tudo dê certo para a personagem principal. É como se a vida de Lucy, fosse minha também (e eu de fato me enxerguei na personagem em alguns momentos).
Adorei cada um dos personagens da história. Mesmo tendo odiado profundamente a Lucy no início- não conseguia acreditar que ela era tão de mal com a vida, tratava a família como se fossem desconhecidos, e tudo estava ruim para ela -, terminei o livro a adorando em cada detalhe. Vida (vulgo Cosmo) me fez rir bastante a cada vez que decidia revelar uma verdade cabulosa de Lucy para as pessoas; além disso, ele é muito gente boa. Os amigos de Lucy são tão, tão estranhos, mas mesmo assim em conquistaram. Quanto a Blake, tive vontade de enfiar uma sardinha na boca dele para que o cara parasse de discorrer sobre a própria vida o tempo inteiro.
A vez da minha Vida só não ganhou minha nota máxima devido a esse "engano" sobre o que de fato se tratava o livro, mas acabou entrando para a minha lista de favoritos. Quase chorei no final, que me emocionou bastante - mas eu sou chorona mesmo. Cecelia Ahern conseguiu me surpreender e conquistar com mais um de seus livros.
Assim como você derrama amor, carinho e atenção sobre seu marido, sua esposa, seus pais, filhos e amigos [...], tem que fazê-lo [...] com sua vida, porque ela é sua, é você, e está sempre lá dando força para você, [...] mesmo quando você se sente fraco. [...] a vida nunca, jamais, desiste de você. [...] E esta é a verdade.
Pois é, tchau tchau 2012. Graças a Deus, mais um ano cheio de coisas boas - e ruins também, inevitavelmente. Eu quase consegui cumprir minha meta de livros, mas como ainda temos alguns dias para o fim definitivo do ano, quem sabe isso ainda não mude (a esperança é a última que morre). Completei meu segundo ano do ensino médio e acho este um fato engraçado. Não porque eu tenha ido mal na escola nem nada do gênero (pelo menos, não em todas as matérias), e sim porque quando eu tinha uns onze anos, olhava as meninas do ensino médio e pensava "Uau, um dia eu vou crescer e ser adulta e grande igual elas!". E, bem, cá estou eu com meus 16 anos (10 meses e 28 dias), 1,60m e essa cara de boba aqui. Não me sinto adulta, muito menos alta como eu imaginava que estaria. O que, devo confessar, é uma sensação boa até. Ser adulta logo pra que né? Bem, mas chega de devanear.
É quase automático, vai chegando o final do ano e a vontade de mudar, de conquistar coisas e tudo o mais, aumenta exponencialmente. O problema dessa vontade comigo, é que acaba não passando disso: vontade. Infelizmente tenho que confessar que sou um tanto quanto preguiçosa, acomodada. Sei que é feio, mas eu sou assim. E se eu não me cobro, as coisas ficam simplesmente na cabeça mesmo.
Por isso, quando vi a postagem da Kelly sobre o Projeto "101 coisas em 1001 dias", me animei imediatamente. As coisas funcionam mais comigo quando as enxergo como um dever a ser cumprido, uma meta; colocar ideias no papel torna tudo bem mais fácil.
"101 coisas em 1001 dias" consiste nisso mesmo: uma lista de 101 coisas que você quer/precisa fazer, e devem ser cumpridas nesses 1001 dias de prazo. Não que vá cair um raio na tua cabeça (eu acho) se você não cumprir algum dos objetivos ou algo do tipo. Para mim pelo menos, funciona mais como um lembrete mesmo.
Sinceramente, não sei se vou cumprir tudo que colocarei na lista. Afinal, nem tudo depende somente da gente. Mas você poderão acompanhar minhas "metas" aqui nesta página. Se você não conhece o projeto, pode conferir como funciona aqui. Faça também a sua lista, no mínimo, será divertido!
Título: Underemployed
Gênero: Drama/Comédia
Duração: 40min
Nota: 5/5
Fazia tempo, muito tempo, que eu não assistia um Pilot de uma série e gostava tanto. Me apaixonei pela série nos primeiros segundos, e assisti aos 40 minutos com os olhos vidrados, sem nem olhar para os lados (constando que eu estava no laboratório de informática da escola e corria o risco da professora ver e me arrancar a cabeça fora).
Underemployed (Subempregados, em uma tradução livre) traz como personagens principais Sofia, Daphne, Miles, Lou e Raviva. Os cinco amigos acabaram de terminar o Ensino Médio, e sonham alto: Sofia quer ser uma famosa escritora; Daphne, uma agente publicitária bem sucedida; Miles, um famoso modelo; Lou quer trabalhar em prol do Meio Ambiente; e Raviva quer ser cantora. Tudo muito lindo né? Ah, os sonhos do Ensino Médio.
Um pequeno detalhe é que, após um ano Sofia está trabalhando em uma loja de Donuts como atendente; Daphne é assistente em uma agência de publicidade (e tem que comer ração de cachorro para provar que é deliciosamente deliciosa!); Miles é freelancer de agencias quase invisíveis no mundo da moda; Lou distribui panfletos por aí ("Cinco minutos para o Meio Ambiente, senhor?!"); e Raviva...Bem, Raviva está gravidíssima, e o pai da criança é Lou.
Embora a vida profissional (e pessoal, por que não?) esteja um completo desastre, os cinco amigos continuam muito unidos, se ajudando no que for possível. Roubam, mentem, aprontam e continuam se metendo nas maiores enrascadas que se possa imaginar. Tudo pelo bem da amizade.
Underemployed é exibida pela MTV, e levando em conta que eu assisto uma outra série da emissora, Awkward, posso dizer que ela tem acertado nas séries de TV. Underemployed traz um toque de drama (afinal, fico pensando a tragédia que seria se, assim como a Daphne, eu me tornasse uma assistente publicitária que é obrigada a comer ração de cachorro e ainda por cima não é paga para isso. Deus me livre e abençoe.) e comédia (MUITA comédia) que fazem com que a série seja uma mistura maravilhosa e atrativa.
Os personagens são completos, bem construídos. Me identifiquei muito com cada um deles, é como se cada um tivesse alguma coisinha parecida comigo, o que só ajudou ainda mais para que eu adorasse a série. Além disso, estava sendo difícil uma série com personagens "normais", vivendo vidas "normais", me encantar dessa forma tão anormal. A última vez que me lembro de ter gostado tanto de uma série desse gênero, foi quando assisti à primeira temporada de Gossip Girl exibida pelo SBT. Não que Underemployed tenha alguma coisa a ver com GG, não me entendam mal.
Sobre a parte cômica da série, não é nada forçado, sabe? Nada de aplausos fictícios e risadas sem graça ao fundo para nos "avisar" que está na hora de rir. Afinal, não é uma série só de comédia. Os gracejos são bem elaborados, com bastante trocadilhos (por isso, fique atento às legendas, porque várias vezes li uma coisa e ouvi outra!) e sarcasmo.
Sobre a parte cômica da série, não é nada forçado, sabe? Nada de aplausos fictícios e risadas sem graça ao fundo para nos "avisar" que está na hora de rir. Afinal, não é uma série só de comédia. Os gracejos são bem elaborados, com bastante trocadilhos (por isso, fique atento às legendas, porque várias vezes li uma coisa e ouvi outra!) e sarcasmo.
Eu sinceramente não sei como explicar o quanto gostei de Underemployed. Nada que eu escrever aqui vai transparecer o que a série realmente é. Se você curte uma série que de sobrenatural não tem nada e que te faz gastar, da melhor forma possível, 40 minutos de seu tempo, corre para ver Underemployed. A série tem 12 episódios já produzidos para a primeira temporada, e vamos torcer para que não seja cancelada, como muitas séries boas por aí.
Nome ϟ●• Fiquei com o seu número
Autora ϟ●• Sophie Kinsella
Páginas ϟ●• 460
Editora ϟ●• Galera Record
Nota ϟ●• 5/5
A receita para um livro de sucesso, engraçado, divertido e romântico, tem nome e sobrenome: Sophie Kinsella.
Poppy Wyatt tem o que toda garota cobiça. Um noivo bonito, rico e inteligente. Tudo bem que ele a pediu em casamento com apenas um mês de namoro e foi algo estranho, mas quem liga? Além disso ele lhe deu um anel de esmeraldas que está em sua família há gerações. Mas, antes que eu me esqueça, Poppy é uma garota azarada (não sei porque me identifiquei com ela, juro que não sei!), e adivinha, entre tantos pertences, qual ela foi perder? Se você respondeu o anel de esmeralda, acertou.
Ela estava em um leilão num hotel, e todas as suas amigas experimentavam o anel, que passou de dedo em dedo, até que um alarme de incêndio foi acionado. Quando a confusão passou, Poppy percebeu que estava sem seu anel. É claro que ela avisa todos os funcionários do hotel e deixa seu número de celular para que o anel lhe seja devolvido assim que o acharem. Uma pena que ela seja roubada e levem seu celular minutos depois.
A vida de Poppy estaria arruinada se ela não tivesse encontrado, milagrosamente, um celular na lata de lixo do hotel. Claro que, honestamente, ela se apropria do celular. O que se encontra no lixo não é roubo. Tudo ficaria bem se (sempre tem um "se") o celular não começasse a tocar, e pertencesse a assistente de um executivo, que resolveu abandonar o emprego e simplesmente largou o celular na lata de lixo. Sam Roxton exige que Poppy lhe devolva o celular, afinal pertence à empresa na qual ele trabalha, e há milhares de e-mails e mensagens de texto importantes lá. Mas Poppy faz um acordo: ela fica com o celular até encontrar seu anel de noivado, e enquanto isso encaminha todas as mensagens e e-mails que chegarem para Sam.
A relação estranha entre Poppy, anel de noivado, celular achado no lixo, e Sam, toma rumos inesperados e pode mudar essa história.
Vai me dizer que você já não sabe o final do livro? Eu soube, antes mesmo de terminar o primeiro capítulo, antes mesmo de terminar de ler a sinopse. Minha mãe soube assim que eu resumi os primeiros capítulos para ela. E acho que todo mundo desconfia do que vai acontecer. E talvez essa seja uma das coisas mais incríveis nos livros da Sophie. Mesmo tendo um final tão previsível, tão clichê, é impossível não se envolver e divertir com a história.
É incrível como durante toda a história eu me senti conectada a Poppy. Me desesperei quando ela perdeu o anel, ri com as loucuras que ela apronta, e até quase chorei com um acontecimento bastante revoltante. E, é claro, acabei sentindo raiva e achando ela uma burra em algum momento da trama.
Adorei cada personagem, até mesmo os mais chatos e nojentos (um "oi" especial para Willow, namorada do Sam, segundo Poppy) conseguiram me arrancar um sorriso ou uma risadinha. Sam é durão, mas nem ele mesmo resiste as trapalhadas e o jeito doce da Poppy, e acaba se mostrando mais divertido do que qualquer um poderia esperar. E Magnus, o noivo de Poppy, que é todo fofo e preocupado com ela - isso não significa que em algum momento eu senti simpatia por ele, que fique claro.
E como esquecer os rodapés adicionados por Poppy durante a narrativa? Como a família de Magnus é toda muito inteligente e todos os membros já publicaram algum livro ou artigo, Poppy se sente na obrigação de se enturmar, e a única forma mais viável que encontra é inserindo notas de rodapé. Porque "notas de rodapé despertam algum interesse". E, como tudo que Poppy faz, as notas de rodapé não poderiam deixar de ser divertidas.
Desde que li Menina de Vinte, adoro a Sophie Kinsella. Ela me conquistou ainda mais na série Becky Bloom, e quando vi que mais um livro seu estava sendo lançado, entrei em estado de emoção pura. Depois de ler uma resenha da Babi sobre Fiquei com o seu número é que não pude mais resistir e fui correndo comprá-lo. Após todas as 460 páginas (poderiam ter mais umas 200 páginas de Poppy, eu juro que não ia ligar), só posso dizer uma coisa: mais uma vez Sophie Kinsella escreveu um livro maravilhosamente divertido.
Desde quando eu era pequenininha minha família sempre me incentivou muito a ler, então para mim é algo comum. Conforme fui crescendo, ensinei meu irmão mais novo a gostar e cuidar dos livros dele, e me sinto muito feliz por isso. E é por isso que eu vou postar esse meme aqui, indicado pela Kelly do "Cadê minha Fluoxetina?". O meme traz três regrinhas básicas:
1 - Responder a pergunta: Qual livro você indicaria para uma pessoa começar a ler?
2 - Indicar 10 blogs para fazer o Meme. (É expressamente proibido oferecer o laço "a quem quiser pegar" sem indicar seus blogs primeiro. Quero dizer, depois que indicar quem quiser pegar fique á vontade, mas tem que indicar isso é regra obrigatória... Senão perde a graça, porque geralmente ninguém pega meme por pegar!)
3 - Avisar os blogs que você indicou e colocar a imagem no seu blog para apoiar a campanha.
Então vamos lá!
1 - Responder a pergunta: Qual livro você indicaria para uma pessoa começar a ler?
2 - Indicar 10 blogs para fazer o Meme. (É expressamente proibido oferecer o laço "a quem quiser pegar" sem indicar seus blogs primeiro. Quero dizer, depois que indicar quem quiser pegar fique á vontade, mas tem que indicar isso é regra obrigatória... Senão perde a graça, porque geralmente ninguém pega meme por pegar!)
3 - Avisar os blogs que você indicou e colocar a imagem no seu blog para apoiar a campanha.
Então vamos lá!
1. Qual livro você indicaria para uma pessoa começar a ler?
Um livro que faria qualquer um gostar de ler, independentemente de idade ou gosto literário, é Harry Potter. O livro está aí há anos e já fez muita gente se apaixonar pela leitura, ler e reler diversas vezes os livros da série, ansiar pelo próximo desesperadamente e torcer, enlouquecido, pelo Harry. J.K Rowling escreve de uma forma que conquista a maioria das pessoas, prendendo o leitor na história do começo ao fim.
Mas aí vem uma notícia bombástica: eu NÃO gosto da série. Eu sei! Estou no quinto livro e não consigo terminar. Não adianta, podem tentar me convencer, eu não consigo gostar. Os três primeiros eu adorei, depois começou a ficar maçante. Mas eu sei que essa série conquistaria 99,9% da população, e eu sou um caso a parte, por isso não poderia indicar outro.
Título: 2 Broke
Girls
Gênero: Comédia
Duração: 20 min
Nota: 5/5
Nota: 5/5
Max Black
trabalha em uma lanchonete no subúrbio, nunca teve nada na vida e sempre lutou
pelo o que queria, mas o que quer não é tão fácil de conseguir. Quando o dono
da lanchonete demite a outra garçonete, ela se oferece pra cobrir os dois
horários (afinal, ela ganharia mais), mas ele nega dizendo que “todo mundo
precisa de ajuda”, e é quando chega Caroline Fanning, uma loira com pinta de
mimada e insuportável se oferecendo pra trabalhar no local, além de afirmar que
já trabalhou nos melhores restaurantes de Manhattan. Porém, logo se percebe que
ela não tem nenhuma ideia do que fazer. Então ela explica a Max que era filha
de um cara bilionário, mas que ele tinha sido preso por fraude, tudo o que
tinham fora tirado deles e pra ela é tudo difícil, afinal, perder o dinheiro da
noite para o dia e nunca ter feito nada da vida não é uma das coisas mais
simples.
Caroline passa a morar com Max, e descobre o maior dom da amiga: cupcakes. Juntas decidem abrir uma loja destes, só que para isso precisam de $250 mil dólares e como o próprio nome já diz, elas são garotas falidas e precisam lutar pra conseguir a grana.
Caroline passa a morar com Max, e descobre o maior dom da amiga: cupcakes. Juntas decidem abrir uma loja destes, só que para isso precisam de $250 mil dólares e como o próprio nome já diz, elas são garotas falidas e precisam lutar pra conseguir a grana.
O seriado é
engraçado do começo ao fim. Já tinha ouvido falar muito nele, mas estava
esperando terminar um outro pra poder começar, e logo de início já viciei. A
Max é brava e nunca leva desaforo para casa, e é isso que a faz tão engraçada.
Ela não “respeita” ninguém e sempre tira uma onda com a cara dos clientes. Já a
Caroline é toda certinha, teve sempre uma boa educação, estudou nos melhores
colégios e fez mil faculdades sobre como investir. Ela, ao contrário da Max,
nunca desrespeita os outros.
As duas juntas formam uma dupla incrível. Confesso que no começo quando a Caroline vai morar com a Max, achei super estranho, porque ninguém faz isso. Só que depois eu percebi que a Max, por baixo da valentia, é muito gentil. Caroline se torna a base do seriado quando passa a acreditar de olhos fechados no dom da amiga.
Porém, o engraçado do seriado não são só elas. Temos também o Hang Lee, que é um chinês muito fofo, dono da lanchonete; o cozinheiro Oleg que sempre dá em cima das garotas, mas digamos que não de uma forma sutil; o “DJ” Earl que é um senhor de mais de 80 anos (as aspas no DJ é porque ele NUNCA toca nada na lanchonete), que diz ser “pai” da Max e a relação deles é muito linda; o Johnny que é o melhor amigo da Max e grafiteiro.
Eu ouvi falar que na metade do seriado para o final, as coisas pioram e que a série fica muito sem graça, mas eu nego. Como todo bom seriado, a vida delas vai evoluindo com o passar dos episódios e o final de cada mostra a quantia de dinheiro que elas ainda tem. Então não perca tempo e vá correndo assistir 2 Broke Girls!!
As duas juntas formam uma dupla incrível. Confesso que no começo quando a Caroline vai morar com a Max, achei super estranho, porque ninguém faz isso. Só que depois eu percebi que a Max, por baixo da valentia, é muito gentil. Caroline se torna a base do seriado quando passa a acreditar de olhos fechados no dom da amiga.
Porém, o engraçado do seriado não são só elas. Temos também o Hang Lee, que é um chinês muito fofo, dono da lanchonete; o cozinheiro Oleg que sempre dá em cima das garotas, mas digamos que não de uma forma sutil; o “DJ” Earl que é um senhor de mais de 80 anos (as aspas no DJ é porque ele NUNCA toca nada na lanchonete), que diz ser “pai” da Max e a relação deles é muito linda; o Johnny que é o melhor amigo da Max e grafiteiro.
Eu ouvi falar que na metade do seriado para o final, as coisas pioram e que a série fica muito sem graça, mas eu nego. Como todo bom seriado, a vida delas vai evoluindo com o passar dos episódios e o final de cada mostra a quantia de dinheiro que elas ainda tem. Então não perca tempo e vá correndo assistir 2 Broke Girls!!
Hang Lee: - Tenho um segredo.Max: - Você é uma mulher presa no corpo de homem?Hang Lee: - Não.Earl: - É um homem preso no corpo de uma mulher?Oleg: - É um garoto preso no corpo de uma garota?Hang Lee: - Sou um homem no corpo de um homem.Max:- Não estamos falando da sua vida noturna.
Assinar:
Postagens
(Atom)
Quem sou eu
- Letícia Iauch
- 18 anos, estudante do 1°semestre de Publicidade e Propaganda. Acredita em Deus mais que em qualquer outra coisa. Apaixonada por sua família, filmes e pelos livros, claro. Viciada em seriados (The Vampire Diaries, Arrow, Grey's Anatomy, Two and a Half Men, entre muitos outros), poderia passar o dia assistindo-os. Fazer as pessoas sorrirem, é algo do qual não abro mão :)
Tecnologia do Blogger.









