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Cof cof. Eu disse que voltaria! Com layout, nome e, por que não, autora totalmente renovados. 2013 foi um ano complicadíssimo para mim. Sabe aquele ano em que absolutamente tudo dá errado? Pois é, meu terceiro e último ano do Ensino Médio foi assim. Tive incontáveis doenças (inclusive dengue!), minha vida pessoal não estava uma Brastemp, e por aí vai...E pra piorar era ano de vestibular, ou seja: tive que me desdobrar para conseguir estudar o suficiente. Vocês já devem imaginar como foi meu ano de leituras também né? Pois é, não rendeu muito. Mas como dizem que depois da tempestade sempre vem o arco-íris...2014 já começou maravilhoso!
Depois de finalmente acabar o Ensino Médio (não, não estou sentindo falta da escola e duvido veemente que um dia irei sentir), aqui vos escreve a mais nova estudante de Publicidade e Propaganda. Tanto estudo e esforço realmente valeu a pena, e guardarei com carinho a sensação de ter conseguido passar pelo vestibular, pois sei que é uma das melhores sensações que vou ter na vida. Tenho certeza que vou adorar o curso :)
Além disso o tempo que vou ter que viajar (não é fácil morar no fim do mundo) no transporte púbico todos os dias para chegar na faculdade, aumentará ainda mais o meu tempo de leitura diária, que já vem crescendo e voltando a ser como antes.
Nestes tempos que andei sumida, também assisti inúmeras séries de TV e me viciei em várias delas. Grey's Anatomy, Two and a Half men, Arrow, Game of Thrones, Under the Dome, Breaking Bad, entre outras. Depois contarei um pouco mais da minha experiência com elas.
E por último, mas de forma alguma menos importante, do auge dos meus 18 anos recém completados, espero dividir com vocês todas minhas experiências literárias, culturais, entre outras, por muito tempo! Até mais :)
Pode-se dizer que há dois anos atrás, livros nacionais me causavam uma reação um tanto quanto feia. Eu podia até achar a capa bonitinha (o que era raro), mas quando ficava sabendo que se tratava de um ator(a) nacional, fazia cara feia e colocava o livro o mais longe possível de mim. Sério mesmo, não estou exagerando.
Acredito que boa parte dessa repulsa toda era causada por um típico trauma de alunos brasileiros: leitura obrigatória na escola. Nem acho que essa "leitura obrigatória" seja errada, porque de fato são livros que fazem parte de escolas literárias e que nós temos que aprender sobre. Só acho que tem que ser um método voltado para alunos do ensino médio. Afinal, é muito difícil convencer um aluno do ensino fundamental que Machado de Assis é um excelente escritor (e eu conheço pessoas traumatizadas que foram obrigadas a ler obras do Machado quando tinham 12 anos).
Mas deixando esse assunto de leitura obrigatória de lado, eu vim mesmo aqui para dizer que me livrei desse preconceito todo com autores nacionais. Hoje eu tenho orgulho de ler um livro nacional (até mesmo os clássicos) e dizer com sinceridade que eu gostei muito.
O mundo de vidro. Eu me apaixonei pelo livro logo no prefácio! O autor, Maurício, é muito extrovertido e nos faz dar altas gargalhadas já nas primeiras palavras escritas. O livro é cômico, fácil, e rápido de ler. Impossível não gostar. Maurício Gomyde também é autor de Ainda não te disse Nada.
Ai, e tem mais um montão de escritores nacionais que eu ainda não tive o prazer de ler, mas sem dúvidas não faltarão oportunidades. E aí, vai ficar de fora dessa onda de livros inteiramente brazucas?!
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Que eu sou pão-dura (mão-de-vaca, dou tchau com a mão bem fechadinha, entre outro derivados) na hora de comprar livro, todos, ou a maioria de vocês, sabem. Mas ultimamente eu estou vivendo à base de livros em promoção, sabe? Livros por R$15, R$10, R$8, R$5 (CINCO) reais.
Convenhamos, eu não estou tão louca assim. O preço dos livros não anda lá muito barato, e o mais aceitável para mim, são R$30 (e olhe lá). Então aqui estão algumas das minhas mais recentes pechinchas, algumas adquiridas na tão sonhada Bienal do Livro aqui de SP, que eu compareci no último dia 19/08.

Linhas e Brilhos. Estes são outros que, se não fosse essa promoção dos deuses, eu nunca iria comprar pelo preço "normal" (R$25, em média). Cinco reais no estande dos sonhos, vulgo Intrínseca na bienal.
E é isso. Acho que muitas vezes eu gosto mais das promoções do que dos livros em si, mas isso é uma questão a ser analisada com cautela, muita cautela.
P.S. Post inspirado no Tourner la Page.
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Quem não gosta de dar uma "mudada" na vida? Eu adoro. Mudar o cabelo, a roupa, o estilo... E agora vou mudar de casa. O chato é que muito provavelmente eu ficarei um tempo sem internet. Mas prometo que tentarei não deixar o blog abandonado. Vou deixar o máximo de postagens programadas que eu conseguir, e de vez em quando alugarei o computador do meu namorado para postar aqui no blog e responder os comentários.
Até meu ritmo de leitura, que já não é um dos mais rápidos, vai ficar ainda mais lento essa semana. Minha estante já está vazia *dá uma dó*, e meus livros já estão devidamente colocados (e seguros!) dentro das caixas.
E enquanto eu empacotava todos os livros, vi alguns que me deixaram com vontade de lê-los novamente.
A Captura. Um livro que não tem uma grande história, mas tem uma grande autora. Kathryn Lasky me encantou com suas palavras enquanto descrevia a jornada do pequeno Soren, uma corujinha que acaba se perdendo de seu ninho e indo parar em um lugar totalmente tenebroso. Este é um livro bobinho, de uma história bobinha, mas que eu com certeza leria novamente. A autora realmente me conquistou! É uma pena que a série tenha uns 16 livros, se não me engano.
A Hospedeira. Ok, aqui vai uma confissão: eu era muito fã da saga Crepúsculo. E aí quando soube que a Tia Steph lançaria um outro livro, fui correndo comprar (e paguei 40 REAIS! Hoje encontro o livro por 10. Mas tudo bem, valeu a pena). A Hospedeira é aquele livro "amor ou ódio", sabe? Eu amei! Da primeira à última linha. É a história de uma Alma, a Peregrina, uma espécie de extraterrestre que invade a mente humana e toma o corpo da pessoa. Pra quem é amante de ficção, há uma grande chance de adorar o livro assim como eu!
Correr ou Morrer. Sabe aquele livro que te prende de verdade? Que você precisa ler para poder continuar vivo? Pois é, esse livro é Correr ou Morrer. Ô livro bom! O autor sabe escrever e sabe desenvolver um mistério de uma forma que faz o leitor se ver dentro das situações que os personagens estão passando. E o final é surpreendentemente surpreendente, o que me conquistou de vez. Tá fazendo o que aí parado? Vá ler esse livro!
O Herói Perdido. E por último, mas não menos importante, um livro do Tio Rick, autor de Percy Jackson. Eu amo esse cara! Amo o jeito que ele escreve na verdade, não me entenda mal. As história do Rick são cativantes, prendem o leitor e, melhor, ensinam! Pense em você ler um livro e aprender sobre mitologias (grega, romana, egípcia). Pensou? Então, isso acontece nos livros do Rick, e eu acho genial. O bom mesmo é que as histórias são legais, além de tudo! O Herói Perdido foi o livro mais recente que li do autor e, como todos, é excelente também. Livros do Rick Riordan deveriam estar na estante de todo mundo.
Sabe quando você não tem tempo nem pra sentar em frente ao computador e entrar no Facebook? Esta sou eu nessa(s) última(s) semana(s). De repente os professores acharam divertido marcarem as provas todas para a mesma semana. Minha TPM decidiu que estava na hora de mostrar as caras justo nesta maldita semana de provas. E a minha nota da prova de Física - matéria que eu sou um gênio. Praticamente posso responder as questões antes mesmo de lê-las. -, decidiu ir lá pra baixo, bem próxima dos lençóis freáticos.
Desta forma, eu não li na-da! Pois é, terminei Sussurro e estou em um ritmo consideravelmente bom para quem tem Murphy tão presente na vida cotidiana lendo Crescendo (e estou ADORANDO, sério). E estou louca por FMF4. E terminei a primeira temporada de Once Upon a Time. E queria comprar os três primeiros livros de...Bom, vamos por partes.
Eu fico impressionada como sempre aparece um bad boy bonitinho e encrenqueiro na vida da Nora. Ela pode estar em crise com Patch (que insiste em nos deixar com a pulga atrás do orelha, indo atrás da Marcie - mega inimiga humana da Nora), mas é claro que tem um bad boy misterioso esperando a Nora. Só quero ver como isso vai acabar...
Desde que eu vi a capa do quarto livro da série Fazendo Meu Filme, estou em êxtase. E depois que li os dois primeiros capítulos então... A intenção era ter ido ao lançamento aqui em SP, que foi dia 12/05. Mas eu não tive tempo di$ponível, sabem como é né?
Agora é esperar e ler o livro emprestado mesmo. Tenho certeza que a Paula Pimenta não vai decepcionar minhas expectativas!
Estava eu navegando pela Submarino quando vejo a oferta: R$ 29.90 pelos três primeiros livros da série A Vidente. Eu quis instantaneamente colocar o produto no carrinho, lógico. Parece ser um bom livro e as capas são lindas. Mas com a minha sorte, o livro estava indisponível. Vou te contar viu...
O que foram estes últimos episódios da série?! Meu Deus, eu adorei. Deram um excelente desfecho para a primeira temporada, resolvendo as questões que tinham de ser resolvidas e colocando um novo - e perigoso - conflito no caminho dos personagens. Se você desistiu da série (duvido que isso tenha acontecido a quem viu os cinco primeiros episódios, no mínimo), assista novamente! E se não assiste ainda, veja. É muito boa, vale a pena ;)
É isso gente. Eu espero "desafogar" um pouquinho da escola e poder postar mais resenhas por aqui. Boa sorte pra mim!
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Sinopse
A série fala sobre Emma, uma garota adotada de bom coração que não tem folga. Ela descobre então que tem uma irmã gêmea idêntica, Sutton, que ao contrário de Emma foi adotada por pais ricos e aparentemente tem uma vida ideal. Após finalmente se encontrarem, Sutton pede para Emma se passar por ela, enquanto ela buscas pistas sobre a sua mãe biológica. Inicialmente animada para cumprir este favor para sua irmã, Emma descobre que Sutton desapareceu e pode estar com problemas. Agora, Emma deve decidir se confessa tudo para a família de Sutton e põe em risco sua própria segurança na esperança de descobrir o paradeiro da sua irmã, junto com a verdade sobre o motivo pelo qual fizeram elas se separarem quando pequenas.
ϟ●•
Assim que fiquei sabendo que mais uma coleção da Sara Shepard estava sendo adaptada para uma série de TV, fiquei louca para ver. Afinal, Pretty Little Liars estava em hiatus e eu imaginei que esta nova adaptação, The Lying Game, teria o mesmo ritmo da outra e eu iria gostar tanto quanto.
Emma Becker é uma moça com a qual a vida não foi muito gentil. Ela passou toda a sua infância e adolescência pulando de casa em casa, já que sua mãe a havia abandonado. Mas parece que agora ela tem uma chance: descobre que tem uma irmã gêmea, Sutton Mercer, a gêmea que deu mais sorte. Sutton foi adotada pela família Mercer, uma rica família que a ama muito. Mas quem disse que Sutton dá valor para isso?
Sutton pede um favor à Emma: quer que ela assuma seu lugar enquanto Sutton procura a mãe biológica delas. E é claro que Emma não pensa duas vezes antes de ajudar sua irmã. Foge de sua atual moradia e se instala na casa dos Mercer, tentando ao máximo imitar a metida Sutton.
O que Emma não esperava era que Sutton iria, puft, desaparecer. E agora o que Emma faria? Contaria para os pais de Sutton, a quem Emma aprendera a gostar tanto, que tudo não passava de uma farsa? Ou aproveitaria o desaparecimento da irmã para continuar tendo a vida dos sonhos, com todo o conforto e amor familiar que Emma nunca teve?
Logo no Pilot eu já "fui com a cara" de TLG. Não sei se só eu tive esta impressão, mas a Alexandra Chando (que interpreta a Emma e a Sutton) me lembrou - e muito- a Nina Dobrev (Elena, de The Vampire Diaries), tanto no jeito de interpretar como na aparência. E isso contou alguns pontinhos, porque eu gosto bastante do trabalho da Nina. E para alegrar ainda mais o episódio, ele tinha como parte da trilha sonora a música Enchanted, da Taylor Swift. Nem preciso dizer que de fato me encantou né?
Acontece que os episódios foram passando e alguns novos mistérios foram inseridos na trama, e eu comecei a achar que aquilo estava ficando um pouco forçado. Seria uma tentativa de igualar TLG com todos os mistérios que cercam PLL? Se foi, não deu certo não. Não sei quanto aos livros de The Lying Game, mas para mim a série estava muito boa enquanto tudo não passava do grande conflito "contar ou não contar sobre o desaparecimento de Sutton?".
Mas aí vem a notícia boa: depois do episódio 1x15, as coisas entram nos eixos! Eu havia parado de ver a série quando ela teve uma pequena pausa de algumas semanas. Mas aí a Carol me disse que o final da temporada era muito bom, e lá fui eu assistir os cinco últimos episódios (a temporada é composta por 20 episódios).
A primeira temporada acabou com estilo - e tinha Man, da Taylor, na trilha sonora do último episódio!- embora eu já soubesse há vários episódio o grande mistério que deveria ser desvendado só nos últimos segundos do último episódio (falo sério, foi revelado em uns 20 segundos!).
Recomendo a série para quem gosta de um mamão-com-açúcar, adicionando umas pitadas de pimenta de vez em quando.
PROMO legendada:
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Coluna |
E cá estou eu mais uma vez tapando buraco. Eu dei uma de louca e saí tirando alguns livros da minha estante, pegando outros emprestado...e lendo. Como se eu tivesse tempo pra terminar todas as leituras em um ritmo ótimo e tranquilo. Oh, doce ilusão! Acabou que não li quase nada, que não estou na metade de nenhum livro e consequentemente não tem resenha. Ai gente.
(A Esperança) Último livro da trilogia Jogos Vorazes. Todos sabem que eu amei Em chamas né? Então a expectativa para o terceiro livro estava lá em cima. E talvez seja por isso que a leitura não vai pra frente. Não estou gostando muito, estou achando bem parado e sem emoções. Faz quase uma semana que estou lendo e em que página estou? CEM! Nem metade do livro ainda. Mas parece que vai melhorar deste capítulo pra frente. Assim espero.
P.S. Ideia retirada do último post da Lu, no TOC.
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| Coluna |
Quando você tem 16 anos, não tem muitas opções sobre o que fazer da vida. É aquela famosa matemática: se você dorme e tem uma vida social, você tem notas ruins. Se você tira notas boas e tem uma vida social, você não dorme. E se você dormir & ter notas boas, você não terá uma vida social.
Eu juro que tento fazer as três coisas ao mesmo tempo. Mas é quase impossível. E, quando possível, é claro que eu fico sem tempo para eles...os livros. Eu tento, eu juro que eu tento.
Mas ainda assim não vou deixar o blog sem nenhum post por mais de 10 dias né? E cá estou eu, com minha incrível criatividade (#not), escrevendo para vocês.
Bem, eu estava ansiosa para ver esse filme. Eu gostei do livro - embora ainda não seja meu favorito (não li a série toda ainda, só pra constar)- e estava achando os trailers que saiam do filme muito instigantes. Então, a expectativa era grande.
Foi uma das melhores adaptações de livros, devo admitir. Ainda que tenha cortado muitos e muitos detalhes e que talvez quem não leu o livro não tenha entendido alguma coisa do filme (a não ser que estivesse sentado perto de mim e de minhas colegas, que comentávamos cada cena, como aquelas pessoas chatas que fazem isso no cinema. Eu nos odeio.), a sensação de ver a história retratada na tela foi boa.
Não sei se pelo enredo ou se o filme de fato fez jus ao livro, mas depois de 24h após ver Jogos Vorazes, eu posso admitir que gostei. Não foi um filme que fez o livro parecer pouca coisa não (à lá Crepúsculo). Até arrisco dizer que muitas pessoas saíram da sala de cinema com vontade de ler o livro. Eu mesma já sequestrei um Em Chamas (segundo volume da trilogia) emprestado. E estou gostando! Mais do que de Jogos Vorazes no início.
Jogos Vorazes é um filme que eu recomendo para quem gosta de um pouco de distopia, aventura e...calafrios de medo. Oh céus, tive pena de cada Tributo. Ainda não sei qual a sensação de assisti-lo sem ter lido os livros
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Quem sou eu
- Letícia Iauch
- 18 anos, estudante do 1°semestre de Publicidade e Propaganda. Acredita em Deus mais que em qualquer outra coisa. Apaixonada por sua família, filmes e pelos livros, claro. Viciada em seriados (The Vampire Diaries, Arrow, Grey's Anatomy, Two and a Half Men, entre muitos outros), poderia passar o dia assistindo-os. Fazer as pessoas sorrirem, é algo do qual não abro mão :)
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